terça-feira, 7 de julho de 2009

É assim...

É assim que aprendemos a escolher os refúgios: de forma discreta, solitária, sem medos nem protecções! Um refúgio é um local sagrado: o nosso local sagrado! É um daqueles sítios onde as lágrimas correm, as gargalhadas estalam! É tudo, sem ser nada ao mesmo tempo! Uma alegria, um rasgo de saudade, uma pequena melancolia perdida na nossa vida!
E é assim que regressamos sempre aos locais que amámos e que nos chamam! O meu farol é o meu refúgio, é um local que amo! Existe no meu pensamento, faz parte de mim, está sempre presente no meu subconsciente! É aqui que eu vivo, apesar de não parecer! É assim... vidas aparentes, mas definidas e existentes!

1 comentário:

E disse...

Benvindo de volta! :o)
O pequeno texto fez-me lembrar aquele poema de Sophia, retirado do seu "Dia do Mar",...
"Há sempre um deus fantástico nas casas
Em que eu vivo. E em volta dos meus passos
Eu sinto os grandes anjos cujas asas
Contêm todo o vento dos espaços"