quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Alma perdida!

Eu não sou quem sempre fui, se bem que por vezes caminhei entre o passado e o presente, levado pelos ventos e pelas marés, pelo choro da gaivota teimosa que voava, pelo toque gelado do oceano nos meus pés; de olhos fechados e ouvidos abertos, pronto a abraçar o desconhecido e dar-lhe da minha água e do meu conforto! Sou uma alma perdida que andou à deriva tempo suficiente para saber que jamais se encontrará!

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