domingo, 17 de janeiro de 2010

Distâncias...

Sinto as distâncias como marchas para sítio nenhum, sem sentido nem destino, perdidas na fé de quem já não acredita, mas que sonha um dia acordar lá, do lado dourado da vida, enrolado num manto branco de carinho e conforto, tranquilo com o sorriso de quem segura a mão, enamorado pelos olhos que me olham e abraçam, sem toque, sem choque e ainda sem destino, sem sítio e sem lágrima!

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