terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Não espero...

Eu aprendi a não esperar absolutamente nada! Face ao amor tornei-me um mero espectador. Sei envolver-me o suficiente para me afastar no momento seguinte, sem pensar em nada ou nada sentir. Prefiro mesmo ser um espectador participante, mas mantendo a distância suficiente para não sofrer. Ser razoável para não ser acusado de distante ou frio... participar... Prefiro maravilhar-me com aquilo que não espero... do que frustrar-me com o que não acontece!

1 comentário:

C. A. disse...

Tão frio e distante que mais parece que tens medo do amor, é esse amor que nos traz a felicidade imensa, que nos faz sonhar e delirar. Puros momentos de alegria que valem a pena viver.
Não pensar no fim torna-nos inconscientes e frágeis mas voltaremos a viver.