sábado, 16 de março de 2013

...moribundo, mas vivo

... estou em casa, mas estou só... agonio a presença de quem não quer ou pode estar aqui comigo, mas eu sei que estaria... estou bem, mas a casa está despida... a alma ressente-se da dor, dos passos aos contrário, na direcção oposta, sem destino... nada faz sentido! sobrevivo, na medida em que tenho que escapar à depressão... marinheiro sozinho, ao largo, ao mar, ao vento, à tempestade... desgastado pela dor diária da indiferença... moribundo, mas vivo...